



A felicidade vai embora, devagar, aos pouquinhos. Um balde de água furado. Vai vazando, vazando, até que não sobra nada. Vazio. Um vazio doloroso. É tudo que resta. Você tenta, tenta acreditar que aquela última gota da água no canto do balde ainda é alguma coisa. Mas no fim. Ela também evapora.